Tinder: pavê ou pacumê?

 

Se engana quem acha que o aplicativo de relacionamento não é para pessoas cultas.

O ato de se relacionar com alguém significa apenas: compartilhar experiências, fica a critério de ambas as partes, saberem quais serão essas experiências compartilhadas, seja ela um sexo casual, amizade, namoro, casamento ou nenhuma das alternativas.

Há momentos em que achamos que tudo isso não passa de uma bobagem e que não sou um produto para está em uma vitrine de fetiches e desejos humanos, ficamos mais criteriosxs a cada decepção com o novo “match, desistimos e volatmos para o aplicativo, tudo isso por conta da ansiedade e cançaso que o app proporciona.

É superficialidade, pois  a maioria parecem querer ser o que a outra pessoa espera ou sendo alguém que elx nunca foi. É hipersexualização, objetificação. Tudo isso acontece dentro e fora do aplicativo, a diferença é que quando estamos pessoalmente com a pessoa o enredo dessa historia pode ser alterada com rapidez, você observa mais rápido as mentiras e todo o resto.

Apesar da maioria dos usuários reclamarem do app, ele lá tem suas vantagens. Conheço pessoas que tiveram relacionamentos incríveis, sexos incríveis, amizades incríveis e incríveis “nada”. Cabe a você saber o que buscar e quem buscar. Tem para todos os gostos, tem quem queira colecionar “matches” para mostrar aos amigos, quem procura um abraço, um beijo na boca, uma chupada, casal querendo sexo a três ou a cinco, dez… Quem tem limite é município.

O Tinder pode ser bom ou ruim, assim como o facebook, snapchat e várias outras redes sociais que proporcionam o contato virtual. Se arrisque, use, abuse. Por que não? Está te fazendo bem? Está satisfeitx? Quer apenas ver como funciona? Quer excluir e voltar a usar depois? Faca o que tem que ser feito!

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